| (no subject) |
[Jul. 6th, 2009|08:09 pm] |
| [ | mood |
| | depressed | ] |
| [ | music |
| | A Perfect Circle - A Stranger | ] | What am I to do with all this silence ? |
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| Nunca converse com estranhos |
[May. 14th, 2009|12:00 am] |
| [ | music |
| | Tool - Part of Me | ] | Existem vários estudos sobre a violência. Como não li nenhum deles, vou ignora-los. Mas não é por que os desconheço, que não tenho capacidade de fundamentar uma nova tese..
Sabemos que violência é, antes de mais nada uma condição humana que passa por vários processos antes de ser efetivada. Violência, não é simplesmente o que está escrito na tribuna. É , também, o ato de violar os direitos de alguém. Mas antes de vestir a bandeira do "eu-estou-certo-por-que-vivo-a-dor-da-sociedade-pré/pós-traumática", precisamos tentar analisar a coisa toda de forma mais ampla. Com certeza existem estruturas psicológicas, sociais, políticas, individuais que concretizem o ato. Para qualquer esfera científica escolhida, acredito que o processo funciona basicamente de forma newtoniana: Ação-> Reação.
Quando o indivíduo se sente violado, passa à estruturar toda a sua realidade na sua dor. Ele sempre estará certo em qualquer de suas afirmações, por que para ele, ninguém poderia estar sofrendo mais (e com maior significância ). O auto-martírio justifica qualquer discurso, a auto-idealização confere a carga dramática para que a emocional se legitime. São as condições ideais para uma vida de medo e pânico total condensadas em atitudes ou discursos violatórios. Numa sociedade cega por individualismo e consumo em massa, ainda temos os recursos mercadológicos e culturais para adicionar tempero à discussão:
"Proteja seus filhos de marginais! Compre uma arma e ganhe 20% de desconto em granadas de mão!" "Oferta Im-per-dí-vel! AR-15 com 30% de desconto. Mas só nesse dia das mães!" " Filha! Ouça a mamãe, nunca fale com estranhos, mesmo que eles se pareçam com seres humanos sem pernas rastejando numa rua com uma caixa para conseguir moedas."
De forma mais prática:
"Ontem fui assaltada. Quero um carro. Não aguento mais ônibus. Quero um carro. Ontem me pediram dinheiro no portal da puc. Que gostosa! Ele fedia, um favelado aí. Malandro que é malandro, é malandro e vagabundo. Não tenho 30 centavos para você não! Ah ! Gente de má índole! Olha o funk novo que baixei no ipod. Que saco! Projeto Comunitário, cuidar de velhinho.Vamos no bar depois da aula? Vamos matar aula? Roubaram meu celular.Traz mais três! Me adiciona no orkut? Já disse que não tenho 20 centavos para você! Deviam explodir a favela, isso sim! Porque não tomam banho? mais três! Cadê a polícia numa hora dessas? Gente de cor é geneticamente má. Vamos no bar depois da aula? Eu sou a vítima! É tudo culpa desses políticos corruptos. Tá tocando funk! Vamos dançar! Ah não suporto aquele professor, a aula é um saco! Catei três gostosas.Odeio música de favelado. No cursinho que sabiam dar aula, a gente aprendia por que o professor sabia prender a atenção. Esse povo do norte é muito feio. Escreva por que você odeia vileiro. Ah eu tô pagando! Cadê o C.A. que não faz festa nem churrasco? E os meus direitos? Ontem fui assaltado...."
O indivíduo em dor, sempre acredita na certeza de sua dor e sempre justifica seus atos pela sua dor. Sofrer é uma condição humana..
"A universidade é o lugar perfeito para detectar falhas sociais através de estudos científicos para a melhoria da qualidade de vida em conjunto". Ainda bem que tá funcionando... |
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| ganhei!!!!!! hahahahah |
[Apr. 18th, 2009|04:28 pm] |
| [ | mood |
| | happy | ] |
| [ | music |
| | Nine Inch Nails - Please | ] | Eu participei de um concurso de ilustração da BIC. E durante todo o último mês, sempre que tinha 3 horas livre, sentava na frente do pc para desenhar. O nome do concurso era BIC Parade e fazia parte de uma campanha no site da bic chamado "expresse suas idéias". O tema era fazer uma capa de cd com aplicação livre, utilizando os recursos oferecidos pelo site, que emulavam em flash as canetas da bic, e era possível utilizar imagens também. Preferi não usar imagens, apenas o empenho de desenhar igual um louco. Usava imagens de referência para alguns desenhos em janelas separadas do firefox.
O primeiro lugar ganhava um nintendo WII com o guitar hero world tour completo. E não é que eu ganhei??? hahahahhaha \o/!
Bom, ainda não sei como funciona o esquema de direitos autorais para esse concurso, então vou esperar para ter certeza e postar depois todos os trabalhos ( dei print screen de cada um). Enquanto isso vou postar os links para as imagens na galeria da própria BIC. Estão por ordem de postagem, a segunda foi a grande vencedora:
uhú!! finalmente ganhei alguma coisa depois de 14 anos desenhando inesgotavelmente! \o/!!!!!!!! |
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| atualizando a galeria |
[Dec. 7th, 2008|12:51 pm] |
| [ | mood |
| | creative | ] |
| [ | music |
| | System Of A Down - Nuguns | ] |
quarta feira eu viajo para minas. Então só atualizando a galeria antes de viajar, já que acho que vou ficar um tempo longe do tablet. Na verdade eu estava bem frustrado ultimamente por não conseguir ter muita vontade de desenhar, e quando desenhava ficava uma merda. Depois de muito tempo, esse foi um dos primeiros que eu realmente gostei..
Tava pensando em vetorizar e dar umas mudadas para concorrer no camiseteria. Não pela grana,por que se for escolhido é só 600 reais em dinheiro mais 400 em produtos deles. ( e se reimprimirem depois de um tempo, você ganha 300 reais por impressão, haha menos que salário mínimo... afffe....) |
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| All of wich are american dreams! |
[Nov. 5th, 2008|07:15 am] |
| [ | mood |
| | contemplative | ] |
| [ | music |
| | Cowboy Bebop - Spokey Dokey | ] | O problema de governos populistas é que existe uma tendencia grande da elitização da informação acabar demonizando a figura representativa, o que é perigoso nos EUA. Mas gosto do Obama ( achava legal a idéia da Hillary) e sempre abominei o McKain..
 Bom, mas sabemos que os estados unidos é um país de contrastes de atitudes. Mataram um presidente por que ele era à favor dos negros, isso foi lá, no século XX. Mas aprendi à esperar qualquer tipo de merda vinda de americanos malucos white-thrash... aliás, aprendi à esperar qualquer coisa de qualquer pessoa. Fazer o quê? As pessoas comentem atrocidades quando acreditam demais em qualquer coisa..
Espero que possam julgar o Bush por crimes contra a humanidade como fizeram com o Saddam ( espero por que sou otimista, mas sou obrigado à encarar o fato de que ele vai continuar impune e que daqui à 10 anos, sendo o governo do Obama bom ou não, Bush neto sobe ao palanque....e viva a legitimidade da democracia!). Se no Brasil Maluf e A.C.M. fizeram franchising, imagine lá fora..
Mas tava legal ver os estados unidos se ferrando pelo mesmo neo-liberalismo que todos acreditavam por anos ser auto-regulador e salvador da humanidade. Se os estados unidos se retomarem economicamente por causa do Obama, voltamos ao mesmo cenário de sempre. Senão de duas uma: o "pilar sustentador da economia mundial" só vai mudar de cara, ou a humanidade aprende à viver sistemicamente ( ahã, tá..) - mesmo com toda a boa-vontade da quebra paradigmática do sonho americano - ou isso tudo só ia ser mais um episódio do Big Brother.... |
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| Pega, Fawkes! Pega! |
[Nov. 5th, 2008|07:06 am] |
| [ | mood |
| | pensive | ] |
| [ | music |
| | Cowboy Bebop - Waltz for Zizi | ] |

“Remember, remember the fifth of November, The gunpowder, treason and plot, I know of no reason Why the gunpowder treason Should ever be forgot.” feliz dia do designer e tal... E lembrem-se crianças: Se Guy Fawkes tivesse feito um bom briefing, ele não teria um dia só dele! |
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| deixem o cara falar.. |
[Nov. 3rd, 2008|01:24 am] |
| [ | mood |
| | pissed off | ] |
" Com licença, por favor - disse o homem invisível - se não se importa, eu estou muito puto agora..." |
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| é muito pior do que parece... |
[Oct. 31st, 2008|05:42 am] |
| [ | mood |
| | depressed | ] | Acredito que finalmente cheguei no pior cenário possível na universidade..
Alguns períodos atrás eu realmente acreditei que deveria trabalhar sozinho, fiz vários testes e percebi que meus trabalhos, quando eu fazia por mim mesmo, saiam melhores. Talvez por que não queria ferrar ninguém por falta de empenho próprio, decidi que se fosse para ferrar alguém, que eu ferrasse à mim mesmo. Então comecei à trabalhar a idéia de fazer tudo sozinho. Tentei ignorar o fato de ter saído da minha turma original. Tentei ignorar o fato de reprovar e cair em salas diferentes. E todo o começo de semestre, torcia para conseguir o aval dos professores para fazer os trabalhos individualmente, mesmo que o mínimo fosse um grupo de 5 pessoas..
Quebrei a cara. E passei à lutar desesperadamente por ressocialização. Se eu não podia mais ter os grupos que formei no começo da faculdade, então que começasse do zero e formasse grupos novos, tentando fazer trabalhos com as primeiras pessoas que me aceitassem. A sensação de déjà vú foi incrível. Me senti como o segundo semestre da sétima série quando caí em uma sala onde as pessoas já se conheciam desde o começo do ano. A situação aqui parecia potencializada: caí em turmas de pessoas que já se conheciam à pelo menos 2 anos..
Com o tempo percebi que a minha turma só era eu mesmo. Eu passei à montar a minha própria grade horária, fazendo dependências em turmas do terceiro período, do quinto, do 4°.. E ainda fiz a besteira de adiantar matérias do sexto período para não me sentir tão atrasado com relação à minha turma original.
Fracasso total! Quando aceitei a idéia de estar em uma turma nova, me veio a bomba em forma de pedra no rim que me obrigou à repensar todo o meu cotidiano. Até redescobrir como viver, alimentar, e utilizar o banheiro, além de passar pelo estresse da primeira semana sem convênio médico, já era tarde: havia reprovado novamente. Reestruturei toda a minha grade horária para não perder o meio social que construí naquela turma. Me sobrecarreguei por completo com matérias do 6° e 5° período, acreditando que daria conta daquilo tudo. Paralelamente, busquei por um estágio desesperadamente ao longo do semestre para dar conta de conseguir pagar minhas dívidas, sobrar uma grana para o fim do mês e me motivar à sair de casa. E só quebrei a cara. Precisamos de especialização da especialização. A qualificação da mão-de-obra acadêmica antes de marcar qualquer entrevista. Não adianta mais estar na universidade, você precisa, sobretudo, entender exaustivamente de flash, illustrator, corel, photoshop, html, css, rss... Toda uma bagagem de conhecimento que só se aprende em cursos paralelos... E esse conhecimento eu não tenho..
Então veio aquela tempestade toda. Toda o desânimo e a desmotivação de ir à aula. Por que não adianta apenas ir para a aula, você precisa, primeiro saber por que você foi para a aula. Comecei à faltar frequentemente, acordar tarde e desanimado até para almoçar, passei dias só comendo barras de cereais. A casa foi ficando imunda, perdi a vontade de limpar qualquer coisa. Perdi a vontade de tentar cozinhar, perdi a vontade de fazer qualquer trabalho ou correr atrás de qualquer estágio. A única coisa que ainda me motivava ir para a PUC era o centro acadêmico, e certos contatos que fiz ao longo desses 3 anos.
Mas ao pisar na puc, sentia toda aquela angústia de novo. Minha sala original está à um passo de se formar. Conhecidos que entraram antes de mim já estão quase um ano na minha frente. E, agora, quando ainda sinto que existe algum traço de força de vontade para tentar mudar, percebo que já é tarde demais, percebo que nada poderia ser diferente do que está sendo...
Esse ano fui colocado em prova inúmeras vezes. Pensei e repensei meus problemas para tentar combate-los rapidamente. Mas quanto mais se resolve um problema, mas se alimenta outro. De repente isso tudo parece perder completamente o sentido! Para quê passar por tanta dor em um processo que parece ser tão fácil para todo mundo? Quando foi que isso começou e quando é que vai terminar? O mais desgastante é lutar sem ter perspectiva nenhuma de vitória. Agora que tudo parece não ter solução nenhuma, me sinto ainda mais impotente com relação à tudo... Sentar e esperar é entediante, lutar é exaustivo demais..
não sei se consigo continuar com isso.... |
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| (no subject) |
[Oct. 2nd, 2008|01:43 pm] |
| [ | mood |
| | sick | ] |
| [ | music |
| | Meshuggah - Beneath | ] | Um amigo meu ficou rico vendendo pílulas para aumentar o pinto, o outro se deu bem e foi concorrer no programa da Ana Maria braga, aquele super Chef sabe?? E o Tião tá concorrendo no VMB com o video dele da dança do quadrado, votem lá...

todos eles só provam que eu deveria largar a faculdade... |
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| galeria atualizada... |
[May. 11th, 2008|04:14 pm] |
| [ | mood |
| | working | ] |
| [ | music |
| | Nine Inch Nails - In This Twilight | ] |
"Watch the sun, As it crawls across a final time And it feels like, Like it was a friend. It is watching us, And the world we set on fire Do you wonder, If it feels the same?" |
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| (no subject) |
[Apr. 29th, 2008|10:38 pm] |
| [ | mood |
| | frustrated | ] |
| [ | music |
| | The Gathering - In Motion #1 | ] | No primeiro dia de aula da faculdade, quando esperávamos mudanças radicais no nosso meio de vida e modo de pensar, me deparei com uma situação chocante: a chamada. Depois de anos em ensino médio e cursinho, pensando que o sistema de ensino havia se revolucionado tecnologicamente, não pude deixar de me sentir levemente ofendido por precisar responder " Presente" quando um professor chamava meu nome em voz alta. Pensei " talvez eu me acostume" e ignorei.
Devo ter transformado a situação em uma bola de neve, mas hoje acho ainda mais absurdo precisar mostrar presença para provar que sou um bom aluno. Nesses 3 anos de faculdade, tentei criar uma imagem própria da instituição e da necessidade, tanto pessoal, quanto social de se ter uma faculdade presente na vida cotidiana:
Individualmente, acredito que a faculdade é apenas um caminho por onde você faz todo o trabalho sozinho. Existe um roteiro de aprendizado, mas a formação pessoal é sua. Você escolhe em todos esses P.A´s como aplicar esse conhecimento na sua vida e no que pretende focar mais ou não. É claro que fazer os trabalhos e entrega-los é uma obrigação, mas se a formação é pessoal, por que precisaria provar que eu estive lá? Existe , claro, um conhecimento teórico que se aprende apenas na relação professor aluno, mas hoje esse conhecimento anda mais e mais desvalorizado na própria metodologia , principalmente por ser um processo muito mais prático. A própria instituição acaba pregando que só se aprende fazendo.
Socialmente, acho que a faculdade é um meio de desenvolvilmente tecnológico e intelectual para melhorar a qualidade de vida social. É um ideal, mas não se aplica. Fomos educados por tanto tempo que precisamos sobreviver, e que para isso precisamos estudar e garantir um emprego, que a educação intelectual se tornou apenas um meio de se garantir trabalho. A nossa geração está muito mais preocupada em conseguir um trabalho para "sobreviver" que a idéia de faculdade como melhoria da qualidade de vida social se perdeu completamente. Graduação e diploma não garantem mais nada, aumenta sim as chances reais, mas hoje a competição de mercado é tão grande que estamos abolindo conceitos como carreira e profissão. Trabalhar na mesma coisa para o resto da vida hoje é exceção e muitas vezes um absurdo.
Esse sistema mostra um pouco que a preocupação é muito mais burocrática do que intelectual. Se um aluno vai para a aula, mostra que aprendeu e por isso está apto à ser um bom profissional. Mas me pergunto como seria se eu entregasse os melhores trabalhos do mundo , tirando as melhores notas, reprovando por falta em todas as materias durante 4 anos seguidos....
Um bom profissional deve ser formado por uma boa estrutura de formação pessoal e ética. O que fazer com o conhecimento adquirido e a aplicabilidade das técnicas são preocupações relevantes às situações específicas, não gerais.
Acho que preocupações burocráticas só tendem à reduzir a produção intelectual qualitativamente, o que reflete um pouco o pensamento contemporâneo... |
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| atualizando... |
[Apr. 21st, 2008|07:45 am] |
| [ | Current Location |
| | Curitiba | ] |
| [ | mood |
| | tired | ] |
| [ | music |
| | Madeleine Peyroux - No More | ] |
 - purple thoughts - by ~ sad-angel on deviantARTApenas atualizando o journal, já que consegui arrumar esse layout.. Desde um belo dia em brasília que cliquei sem querer em "mudar para s2" , e acabei deletando todo o html do estilo antigo, que isso aqui tava parecendo uma parede branca... |
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| A Intocabilidade das Musas.. |
[Jan. 20th, 2008|04:08 am] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
Eu tenho pelo menos 3 musas inspiradoras, e ultimamente, espero que 2 delas saibam disso. O problema das musas é a intocabilidade..
Elas sempre estão naquela redoma de vidro, apenas esperando que criemos coragem para fazer a neve cair ao balançar a cúpula. Aí nos hipnotizamos ao máximo. Olhamos para elas como á uma chama de vela em um dia de chuva, quando a energia do prédio cai por toda a madrugada. Elas dançam e dançam, sempre distantes de tudo o que é imperfeito...
O problema de todas as musas é a intocabilidade...
É como se nunca pudessemos compreende-las, sempre dois degraus acima de nós. Nos inspirando composições neo-classicas, mas nunca nos permitindo ultrapassar aquele limite de 10 centímetros. 10 kilômetros milimétricos, que atravessam todo o espaço de compreensão atemporal. 10 anos-luz distante de qualquer racionalismo ou impulso consciente, qualquer conhecimento humano ou qualquer raciocínio lógico. O momento x = n-1...
1 segundo longe de tudo e 6 meses de arrependimento contínuos...
As musas inspiram, mas também amargam...
É sempre bom comprimentar a nossa musa do dia-a-dia...
O problema das musas, é termos que compartilha-las com o resto do mundo..

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|
| (no subject) |
[Jan. 15th, 2008|02:29 am] |
| [ | Current Location |
| | brasília | ] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
- a place to belong - |
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| (no subject) |
[Dec. 6th, 2007|09:55 pm] |
| [ | mood |
| | pissed off | ] | tá, eu já entendi.. não precisa dizer de novo... |
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| O primeiro círculo: |
[Nov. 26th, 2007|01:01 am] |
"Estava passeando quando cheguei no inferno com o Freddy Krueger e um demônio que ainda não tinha nascido. Um deles disse: -Quando for dono disso aqui, vou infestar de demônios! O demônio que ainda não tinha nascido disse: - Bote fé! Quando eu for dono disso aqui, vou encher de demônios para tocar o terror! E eu disse, boquiaberto: - Meu! Vocês são burros? O esquema é encher de mulher e ser feliz! Qualé essa idéia fixa com demônios que vocês têm?"
Acordei tentando lembrar o nome do demônio que ainda não tinha nascido , achando esse sonho hilário... |
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|
| força de vontade: |
[Nov. 26th, 2007|12:51 am] |
| [ | mood |
| | thoughtful | ] | é, hoje faz um ano.. AGORA CHEGA! TÁ NA HORA DE DESENCANAR!!!
Tá na hora de dar um jeito nisso! E eu vou sair de casa e fazer com honra e dignidade! Vou inflar os pulmões com oxigênio e encarar o medo! Eu vou subir na torre e derrotar o dragão! Serei aplaudido como herói, receberei os louros da vitória, da honra e da coragem! Terei meu momento triunfante de glória e meu nome ecoará por eras à fio, até tornar-me um Mito ! UMA LENDA!
EU VOU!!!!! assim que eu terminar de jogar isso aqui....talvez amanhã eu comece... |
|
|
| ãn? |
[Nov. 12th, 2007|02:26 am] |
| [ | mood |
| | geeky | ] |
| [ | music |
| | Björk - Headphones | ] | Acho estranho essa reação física , essa resposta fisiológica à estimulos não físicos. Algumas vezes a antítese moral é tão agunstiante e intensa que provocam contrações, impulsos, tremedeiras, choques anafiláticos ( seja lá o que isso for...). São respostas físicas à estimulos mortos, signos, que levam à significantes e significados que provocam toda a náusea e o mal estar..
Tentar imaginar que a realidade é apenas uma projeção na parede da caverna e acreditar nisso, para poder enfrentar o terror gerado pela ilusão seria buscar força na mentira, desumanizar-la ,cortando a ponte de projeção e comunicação que leva à memória significante.
Nessas horas o punho divino da realidade se dirige à boca do estômago em um movimento retilínio uniforme e prova que a realidade, dói.
Mas acreditar em tudo o que sente, é acreditar demais no super-poder humano de codificação da "realidade".
Na verdade, é tudo mentira.... |
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| frustração... |
[Nov. 12th, 2007|12:58 am] |
| [ | mood |
| | frustrated | ] | Hoje me chamaram de "gostosinho" na rua. Era um carro branco. Quando olhei, percebi que era um cara......... |
|
|
| (no subject) |
[Nov. 6th, 2007|12:48 am] |
| [ | mood |
| | thoughtful | ] |
É,eu pensei que era o dia do design,  mas não é..Só 27 de abril, imagino se conheço alguém que faça aniversário nesse dia. 5 de novembro é o dia nacional do designer mesmo, o que não faz sentido já que design não é reconhecido como profissão ( e pelo visto, nem como feriado).
Ah, hoje é dia de malhar o Guy Fawkes e explodir o parlamento inglês, isso sim! Dá-lhe Fawkes, um dia você consegue! |
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| wrawrawra... |
[Nov. 5th, 2007|01:11 am] |
| [ | mood |
| | drunk | ] | affffff.... foda-se..
feliz dia do design e tal.. |
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|
| Sobre estética, respondendo à um comentário anônimo: |
[Nov. 3rd, 2007|05:41 am] |
| [ | mood |
| | tired | ] |
| [ | music |
| | Björk - Wanderlust | ] | hummm , a questão estética.
O problema da estética é que depende muito de fatores culturais , históricos e temporais. Isso , para que algo seja aceito ( e aqui vamos ignorar um pouco a indústria cultural), ela deve ter uma fluência cultural imperceptível à curto prazo, que foi resultado de eventos passados e assimilada pelo pensamento de uma época. Assim aconteceu com a moda e qualquer período de manifestação artística no mundo...
O mais engraçado é que o pensamento vigente tem uma tendência de contra-senso ao pensamento anterior, e muitas vezes enfatizando o pensamento precedente ao anterior entende? É como ter 15 anos , procurar uma voz própria e ignorar completamente qualquer influência direta dos pais. Mas ao chegar aos 18 até uns 23, o que mais se apega é justamente o que se tem como raiz na sua formação quando os pais exercem maior influência.. motivo que tornam as filhas um modelo auto-idealizado das mães, mesmo reclamando delas. Assim, o art-decó tentava resgatar um pouco a idéia do art nouveau, que resgatava a idéia do rococó, que resgatava do barroco, que resgatava a idéia de renascimento que resgatava a idéia da arte clássica grega.... Cada um readaptado à sua época, mas mantendo uma idealização de um único conceito ou matriz referencial.
Talvez explique por que hiper-valorizamos tanto os anos 80 nos anos 2000 ( por querermos viver o que achamos que os nossos irmãos mais velhos viveram) e nos anos 2010 resgatamos nos anos 90 os ícones posteriores. Kurt Cobain que o diga, quanto mais aparecem bandas emo, mais tentam ressuscita-lo como medida desesperada de salvação do rock, mesmo por que na época dele, rock bão era the cure , siouxsie, depeche mode, the clash e ele resgata suas influências mais no punk do que no pós-punk 80tista...
Acho que a estética, como qualquer outra coisa, quando passível de relativização, torna-se mutável demais para ser conceituada como um postulado. Existe uma idéia do que seja estética, assim como arte, que sofre tanta mudança de conceito de época para época, que torna-se muito difícil determinar o que é realmente bom ou ruim, aliás, dicotomía um tanto inaplicável em termos práticos.
No final das contas, ao invés de bom ou ruim, acho que existe apenas o que é e o que não é conveniente para uma determinada situação.... |
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| Time to Work |
[Oct. 28th, 2007|05:23 pm] |
| [ | mood |
| | sleepy | ] |
| [ | music |
| | Björk - Cocoon | ] |

03-07-05 Can't stop now.
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| A Reflexologia da Patologia Sistêmica Social |
[Oct. 27th, 2007|04:49 pm] |
| [ | mood |
| | contemplative | ] |
| [ | music |
| | Ministry - Just One Fix | ] | Outro dia me chamaram de "cara inteligente". Não entendi, pensei: " se vivessem metade do meu dia, me chamariam de burro".
Logo pensei, "Na real eu queria mesmo era ser bonito e fútil ". Por que as pessoas bonitas e fúteis são muito mais felizes com muito menos esforço físico e intelectual. Normalmente se eu fico deprê é com a condição humana, com nossa situação social mundial. Com o consumo extensivo, a depredação ambiental, a nossa filosofia de vida-autodestrutiva, a condição orgânica... Coisas um pouquinho difíceis de se concertar rapidamente para me sentir feliz novamente..
As pessoas bonitas e fúteis ficam tristes com o fim da novela, compram uma calça nova e pronto, estão felizes de novo. Elas terminam com os namorados e namoradas e é só sair de casa catar a primeira que passar e pronto! Felicidades e maravilhas! Elas se divertem facilmente em lugares cheios, abafados , irrespiraveis e com música alta. Eles até gostam de competir entre si financeiramente e esteticamente para serem considerados os melhores de qualquer nicho social. Qualquer não! Apenas os que eles frequentam e sempre reclamam, mas nunca deixam de ir...
Se você é bonito e fútil, você não precisa se preocupar com a mão de obra escrava da sua calça, da sua bolsa, do seu tênis, ou com o aquecimento global, o efeito estufa ou a segregação racial. Você nem precisa se preocupar com o que ouve ou lê, só precisa saber qual é o nome do último livro da moda e saber a letra da última música tema do verão. Na real, você até curte assistir tv-aberta no domingo e filmes que não precisa pensar.
Eu queria ser uma pessoa bonita e fútil. Eu acho até que teria muito mais amigos no orkut. Sairia muito mais e, com certeza, cataria muito mais mulher do que apenas a média de meia menina por ano.... Acho até que me sentiria bem em dizer que "catei alguma" quando um amigo me parabenizasse pelo "tamanho da bunda da gostosa de ontem". Acho até que as gostosas viriam falar comigo, ao invés de me olharem com uma cara de nojo. Aliás, acho que eu me sentiria mais bonito por saber que a minha pele é tão boa quando da moça do comercial do sabonete , e nem fugiria de câmeras nas festas, acho que até me sentiria orgulhoso e às vezes, de saco cheio por todo mundo querer tirar fotos comigo. Nossa, eu acho que até teria mais assunto para conversar com elas em qualquer cidade que eu for!
Ah, meu! Quer saber? Esse povo sim sabe viver! |
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| (no subject) |
[Oct. 26th, 2007|04:26 am] |
| [ | mood |
| | melancholy | ] | the happiest days of our lives.... |
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| (no subject) |
[Oct. 24th, 2007|05:13 pm] |
| [ | mood |
| | embarrassed | ] | hehehhehe ridículo... |
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| Feliz dia do..sei lá... |
[Oct. 12th, 2007|05:22 am] |
| [ | mood |
| | pessimistic | ] | Provavelmente seria muito bom comemorar o feriado prologado com alguma viajem, ou super reunião de amigos. Talvez alugar alguns filmes e tentar jogar um poker. Seria se eu soubesse até ontem que hoje começa o feriado...
Isso me faz pensar nessa história toda de reprovar o 4° período na PUC. No fim do semestre passado estava tão desapontado comigo mesmo que tudo o que fiz foi desistir para recomeçar tudo novamente nesse semestre com um pouco mais de calma. E de repente passo muito mais tempo dentro de casa do que na faculdade apenas por que descobri que não preciso ir para as aulas além das segundas feiras, quartas e quintas, e isso pra ver apenas uma matéria em cada dia... Não é excesso de vagabundagem, pelo menos não auto-estimulada, acontece que na puc tem esse sistema chamado Matice onde você faz tudo pela internet..
Veja só, eu estava indo para todas as aulas no começo desse semestre justamente para não reprovar novamente por falta, mesmo por que dizem que os seres humanos tem essa coisa chamada memória e medo, e quando associadas são potencialmente favoráveis ao auto-aprendizado. Então , depois de perceber que meu nome não estava na chamada de nenhuma matéria por mais de 2 semanas fui reclamar e disseram que eu não estava nas chamadas por que estava inscrito AUTOMATICAMENTE nessa coisa de Matice e que eu não poderia fazer nada para mudar...
O problema desse sistema é que ele é altamente falho. As entregas de trabalho, orientações, consultas, tudo é realizado por e-mail e um sistema virtual da PUC chamado Eureka. Eureka! Só para fazer tudo parecer mais bonito..
A verdade é que eu preciso de um sistema de auto-organização muito mas eficaz do que qualquer um que já tive na minha vida, por que quando você não vai para a faculdade - e não tem nenhum conhecido na mesma situação para consultar- é muito fácil esquecer completamente as datas de entrega, as metodologias de trabalho e até os objetivos dos trabalhos. Na verdade é fácil de esquecer até quando se tem aulas de verdade na puc - por que um sistema desse não pode ser considerado como algo verdadeiro - e até a hora que começam as aulas... Isso tudo somado à minha completa falta de noção de tempo, que foi amplificada desde que parei de fumar(aliás, 3 meses e 9 dias, que mais parecem 3 anos e 9 meses...).
Então, além de não saber da mínima existência desse feriado , e desconhecer até o seu motivo de comemoração - simplesmente por que para mim dá na mesma - ainda preciso fazer pelo menos 5 trabalhos para a semana que vêm, por que deixei todos eles acumularem até agora..
Bom, vejamos pelo lado bom.. Pelo menos eu tenho Monkey Island.. Tô pensando em comprar sorvete |
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|
| saudade: |
[Oct. 10th, 2007|12:41 am] |
| [ | mood |
| | optimistic | ] |
| [ | music |
| | The Smashing Pumpkins - Disarm | ] | Os traumas não são os piores momentos das nossas vidas. São os momentos mais lembrados. Trauma é toda experiência que agride tão fortemente a normalidade de uma situação, que somos obrigados á guardar toda aquela informação resultante para nos fortalecer e nos prepararmos para situações semelhantes futuras..
ou apenas para querermos passar novamente pelas primeiras sensações das primeiras experiências.
Todo trauma é importante: serão cada momento nostálgico que nos apegaremos na hora da nossa morte, amém... |
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| pagan poetry |
[Oct. 8th, 2007|10:00 pm] |
| [ | mood |
| | confused | ] |
| [ | music |
| | Björk - Pagan Poetry | ] |
Pedalling through the dark currents i find an accurate copy a blueprint of the pleasure in me
swirling black lilies totally ripe
a secret code carved
swirling black lilies totally ripe
he offers a handshake crooked five fingers they form a pattern yet to be matched
swirling black lilies totally ripe
on the surface simplicity but the darkest pit in me is pagan poetry pagan poetry
swirling black lilies totally ripe
morse coded signals they pulsate : they wake me up from my hibernate
on the surface simplicity but the darkest pit in me is pagan poetry pagan poetry
i love him
this time i'm gonna keep me to myself this time i'm gonna keep my all to myself
she loves him
but he makes me want to hand myself over
she loves him
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| um pouco de drama... |
[Oct. 8th, 2007|09:51 pm] |
| [ | mood |
| | disappointed | ] |
| [ | music |
| | Björk - Cocoon | ] |
Versos Íntimos Augusto dos Anjos
Vês! NInguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente Ingratidão - essa pantera - Foi tua companheira inseparável
Acostuma-te à lama que te espera! O Homem, que nesta terra miserável Mora, entre feras, sente inevitável Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija! |
|
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| antes do ontem, antes de amanha, depois de hoje.... |
[Oct. 5th, 2007|12:38 am] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
| [ | music |
| | - nothing - | ] | Provavelmente só voltarei à escrever aqui depois de ficar muito cuzido.... mas FODA-SE! provavelmente é um dos nossos momentos mais criativos...
Sabe, ultimamente eu ando com muito medo. Depois de 3 meses e 1 dia sem fumar, ando com medo de tudo.
Medo de falar tudo para ela. Medo de ignora-la e tentar viver a minha vida inteira com outra... Medo de não ser mais um rock-star, mesmo sabendo que nunca serei um. Medo de não poder ser quem eu sempre quis ser. Medo de ficar com quem eu não quero, de ser ignorado por quem eu quero e ficar com quem eu sempre quis ficar.. Medo de sair de casa e me deparar com aquele trauma de antes-de-ontem. Medo de nunca mais ver quem eu sempre achei que nunca mais deixaria de ver, medo de nunca mais ser quem eu sempre nunca quis ser...
Medo de virar um puta de um clichê...
Medo de voltar para onde eu nunca deveria ter saído e descobrir que nunca deveria voltar.. Medo de começar á falar por metáforas e nunca mais ser compreendido além de mim mesmo.. Medo de começar à falar sozinho ás 4 da manhã de uma quinta feira.
Medo de não me sentir amis importante à quem é importante para mim...........
Mas o pior dos medos é saber que amanhã, vou zentir muita vergonha de ler isso, só por saber que ue estava cuzido demais para escrever..
Mas FODA-SE!! O que importa é qu eu li isso mais de três vezes. E que mesmo depois de ter morrido, eu sei que mais de Trê pessoas leram... |
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|
| Raymond K. Hessel... |
[Aug. 15th, 2007|12:47 am] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
| [ | music |
| | The Gathering - Beautiful War | ] |

TYLER: Give me your wallet.
The Clerk fumbles his wallet out of his pocket and Tyler snatches it.
Tyler pulls out the DRIVER'S LICENCE.
TYLER: Raymond K. Hessel. 1320 SE Benning,apartment A.
A small, cramped basement apartment.
RAYMOND: How'd you know?
TYLER: They give basement apartments letters instead of numbers.
Raymond, you're going to die.
Tyler rummages through the wallet.
TYLER: Is this a picture of Mom and Dad?
RAYMOND: Yesssss...
TYLER:
Your mom and dad will have to call
kindly doctor so-and-so to dig up
your dental records, because there
won't be much left of your face.
RAYMOND:
Please, God, no...
Raymond begins to weep, shoulders heaving.
JACK:
Tyler...
TYLER:
An expired community college student
ID card. What did you used to study,
Raymond K. Hessel?
RAYMOND:
S-S-Stuff.
TYLER:
"Stuff." Were the mid-terms hard?
Tyler rams the gun barrel against Raymond's temple.
TYLER:
I asked you what you studied.
JACK:
Tell him!
RAYMOND:
Biology, mostly.
TYLER:
Why?
RAYMOND:
I... I don't know...
TYLER:
What did you want to be, Raymond K.
Hessel?
Raymond weeps and says nothing. Tyler COCKS the gun.
Raymond GASPS.
TYLER:
The question, Raymond, was "what did
you want to be?"
A beat.
JACK:
Answer him!
RAYMOND:
A veterinarian!
TYLER:
Animals.
RAYMOND:
Yeah ... animals and s-s-s ---
TYLER:
Stuff. That means you have to get
more schooling.
RAYMOND:
Too much school.
Tyler shoves Raymond's wallet back into Raymond's pocket.
TYLER:
Would you rather be dead?
RAYMOND:
No, please, no, God, no!
Tyler moves the gun right between Raymond's eyes.
RAYMOND:
NOOOOO!
Tyler UNCOCKS the gun, lowers it.
TYLER:
I'm keeping your license. I know
where you live. I'm going to check
on you. If you aren't back in school
and on your way to being a
veterinarian in six weeks, you will
be dead. Get the hell out of here.
Raymond staggers to his feet, heads down an alleyway. Jack
and Tyler watch Raymond flee, then Tyler looks at Jack.
JACK:
I feel sick.
TYLER:
Imagine how he feels.
Tyler brings the gun to his own head, pulls the trigger --
CLICK. Empty.
JACK:
I don't care, that was horrible.
Tyler walks away.
TYLER:
Tomorrow will be the most beautiful
day of Raymond K. Hessell's life.
Jack watches Tyler go.
TYLER:
His breakfast will taste better than
any meal he has ever eaten.
Jack turns to look the direction Raymond ran. He finally
turns back, following after Tyler. |
|
|
| madrugada conturbada... |
[Aug. 4th, 2007|05:43 pm] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
| [ | music |
| | Ministry - N.W.O. | ] | "Nós estávamos soltos pelo mundo, andando por aí, entrando em cada bar que aparecia pela frente. Entrávamos , bebíamos, saíamos e procuravamos o próximo. Não que fossemos ricos, mas estavamos com a sorte de nunca precisar pagar por sermos o milésimo clente e coisas do tipo. A noite foi se estendendo, nos entretíamos como pudemos em cada bar que entrávamos.Bastasse a cerveja de graça, ainda podíamos jogar a sinuca, o pimbal, truco e até xadrez á vontade, limitados apenas pela infra-estrutura de cada lugar.... como se isso fosse um problema.
E mesmo que arrumassemos briga com os piores dos caras, tudo acabava bem. Não simplesmente bem - com todos sentados em uma mesa qualquer brindando os copos e cantando canções de piratas - mas estranhamente bem ( talvez ás notassemos se já não estivessemos tão bebados) : algumas vezes salvos por um subto atropelamento, em ruas onde nunca se esperasse passar um caminhão de bombeiros, outras vezes pela subta queda de um cofre de 100 kilos ( á dez metros por segundo ao quadrado) ou noutras vezes pelo subto aparecimento de um palhaço, saindo de dentro de suas calças deixando-os amarrados em dinamite..... coisas do tipo, nada que nos impedisse o caminho para o próximo buteco..
Já estávamos no último bar. Não o último bar da noite, ou o último bar aberto. Mas o último bar da cidade, á beira de uma rodovia.
Ouvi alguém dizer que estavamos sem dinheiro - como se isso importasse -e como se eu lembrasse por que dinheiro importaria naquele momento. Talvez por isso continuei conversando sobre a reforma do estado anarco-parlamentarista-sindical-monarco-democrata-fundamentalista com um dos nossos enquanto andava pela beira da estrada procurando por um banco. Não foi uma caminhada muito longa, durou talvez 15 cigarros, isso se tivéssemos contado todos eles.
Nunca pude me lembrar, por que estava chocado demais quando vi você em cima de todos os meus desenhos - o trabalho de uma vida - tentando limpar o próprio vômito e se desculpar pela bagunça. Não pude deixar de reparar em como todos tentavam me segurar, o tempo se movimentava como debaixo d´água, tudo era tão pesado e tão lento... até eu mesmo tentei me controlar. Alguns me seguravam enquanto elogiavam meu trabalho, que agora mais pareciam quadros modernistas abstratos, misturados com sopa de ervilha - coisa que, convenhamos, emputeceria qualquer um.
Espero que entenda, eu não pudia simplesmente engolir aquele seu desaforo - o maior de todos - e talvez por isso parti para cima, mesmo sabendo que nunca conseguiria contra você ( talvez por isso o resto do pessoal me segurava tanto).
Consegui acertar um soco.. Não que eu me vanglorie por isso, mesmo por que foi o catalizador de toda a sua raiva, mas foi a última coisa de que me lembrei antes de perceber a minha completa imobilização. O braço esquerdo estava torcido para trás das costas, parecia feito de borracha (como se isso não doesse tanto). O braço direito estava impedido de qualquer movimento enquanto me sufocava, balançando as minhas pernas á uns 30 centímetros de altura...
Eu me debatia e me contorcia, desesperado para me soltar dalí. Aos poucos sentia novamente o alívio do chão sob os pés. Foi nesse momento, no pior dos acessos de raiva, que consegui ergue-lo, e carrega--lo nos ombros, num dos meus maiores momentos de glória, em poucas das vezes que percebi o medo brilhar no seu rosto. Talvez ninguém esperasse que um fumante tão franzino pudesse carregar um esportista sobre sua cabeça de forma tão hercúlea. Consfesso ter me surpreendido também - e me sentia mais forte e capaz enquanto me surpreendia - é claro, até o momento em que caimos os dois no meio da estrada enquanto um caminhão carregado vinha á 120 por hora em nossa direção.
Me lembro de ter ouvido o barulho do tomate espatifando entre a roda e o asfalto..... é claro que não era um tomate..."
Acordei.. |
|
|
| Dia dos namorados.. |
[Jun. 11th, 2007|09:13 pm] |
| [ | mood |
| | productive | ] | É... é amanhã, eu sei, mas pela quantidade realmente absurda de trabalhos e pouco tempo para faze-los, resolvi antecipar o meu discurso anual completamente infundado e sem experimentação fenomenológica sobre o dia dos namorados. Bem, talvez tenha, mas essa é uma questão de adequar o discurso. Estamos longe do período dogmático que já regeu o mundo- ou talvez apenas vivendo em proporções menores de pensamento científico-religioso - de qualquer jeito, hoje em dia dizemos que tudo "depende"...
É verdade que a minha treta com o dia dos namorados já foi muito maior. Sim, ainda irrita ver os casais atrapalhando o movimento nas "estreitas" ruas por aí ,- que quanto mais largas, mais se testam quantos podem andar continuamente lado-a-lado-o - mesmo que não sejam apenas eles que irritam por coordenar inconscientemente o sentido de seus caminhos com quem tenta ultrapassa-los . É claro que ainda irrita ver a pregação ( e não pegação) da filosofia mercadológica que ultrapassa os limites determinados até pelas religiões como imposições de pensamento de consumo em massa, mas fazer o que? Isso movimenta dinheiro, gera empregos, renda, economia e tudo mais, como se nada inserido nesse contexto também não o fizesse...
Não, não. o que mais irrita é a imposição social, talvez até individual de como se deve ser perfeitamente aceitável como inidivíduo social. Eu sempre prezei bastante a liberdade de escolha ( limitada, apenas, pelo respeito mútuo) mas mesmo que um indivíduo tente se moldar ás perfeições estabelecidas pelos esteriótipos, impostos talvez, pela industria cultural, pelo pensamento ocidental ou auto-críticas, ainda assim não depende unicamente de um esforço solitário. Bom, um relacionamento não funciona sem duas ( ás vezes 3) pessoas. Assim , o esforço e paixão viscerais pela auto-preservação da espécie nunca poderia se estabelecer ( talvez, logicamente) de um único indivíduo, a não ser que trabalhe em uma clínica de fertilização de animais, pessoas ou plantas. Deixemos claro que a felicidade profissional é apenas individual ( e gosto é igual cu), mas isso não vêm ao caso... "Nenhum homem é uma ilha", por mais que ele tente cultivar palmeiras e gaivotas nas costas.
Hoje tentaram me vender uma rifa para o dia dos namorados na faculdade , e tudo o que eu consegui fazer foi rir e dizer que "moça, você nunca escolheu um panda melhor como público alvo" o que foi um sarcasmo enfatizado pelo tema do trabalho que eu estava fazendo no exato momento. Ainda assim me peguei me imaginando comendo um fondue e tomando uma champagne sozinho em um restaurante como prêmio de rifa do dia dos namorados. Nah, triste demais, escolhi não ganhar...
Talvez valha a pena passar uma vida em conjunto, ou valha a pena ficar com outra pessoa por momentos isolados. Não que eu esteja reclamado, muita gente me cruxificaria por isso. Mas a minha incapacidade de me manter por mais de um mês com qualquer mulher somente pode valorizar o empenho dos casais. Por isso só posso parabeniza-los, sério mesmo! A persistência é amiga da perfeição, mesmo que a perfeição , frequentemente, alcance planos excessivamente imateriais, contrários aos pregados pelos idealizadores " do eu e do seu".
Ah tá, você tem razão , pode ser pura inveja. Mas ah, não temos nada fixo mesmo! Não vamos estragar a nossa amizade. |
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|
| Contatos Intermediários do 4° período |
[Mar. 14th, 2007|11:02 pm] |
| [ | mood |
| | pensive | ] | Dizem que a faculdade é um marco de uma vida, como todos os momentos predecessores. O que leva á desfrutar de toda a dor , mas também de todos o prazeres do meio acadêmico está justamente nesse caminho atemporal de construção pessoal. A faculdade, resumidamente, pode ser descrita como uma instituição sofista que lhe oferece conhecimento em um determinado segmento profissional. Bagagem intelectual para o aperfeiçoamento do "eu-profissional" , em troca de um desgastante processo seletivo, que consome anos de incansável estudo e investimento intelecto-psíquico-físico-econômico que beiram obscenidades - é claro , numa análise acumulativa á longo prazo - dependente dos objetivos , capacitação , escolhas e muitas vezes, imposições e comodidades pessoais ou não. Numa análoga estrutura darvinista, é fator e consequência de uma busca tipicamente primitiva pela auto-preservação, talvez em um nível mais evoluído de competitividade ou discurso.
Essa poderia ser a análise á curto prazo, equivalente ao planejamento pessoal á longo prazo, paradoxavelmente atemporal. Numa situação em primeira pessoa, o planejamento de uma vida pode durar 30 minutos de esforço mental. Uma organização que estabelece e transcende as limitações físicas do tempo como projeções dos princípios e fins á serem cumpridos, como uma lista de filmes para se alugar que é esquecida ao pisar em uma locadora. Pelo prisma de terceiros, é a expectativa de uma vida nova e do começo da glória recompensada pela intensa batalha intra-pessoal, um dos vários primeiros passos para a auto-realização, seja ela qual for.
A história já nos provou que não funciona didaticamente. Ela se resume á inúmeros focos de acontecimento contínuos e simultâneos ao redor do mundo. Não dá para se provar o acontecimento , o porquê, os fins e os meios de nada. Pode-se apenas deduzir. Em trocentos anos de civilização racional e irracional, quantas pessoas já não passaram pelo mundo? Quantos se envolveram nos acontecimentos mais importantes e quantos foram a causa e a consequência de qualquer coisa? Atribui-se uma verdade parcial sobre algo, contada por um eleito intelectual , talvez para nos preocuparmos com outras coisas mais importantes, talvez para simplesmente pararmos de nos perguntar ou para não cairmos num abismo caótico de pensamentos e "verdades" desconexas e contraditórias, o que não favorece nossa visão simétrica da realidade, pois nunca conseguiremos fundamentar qualquer realidade sem um postulado. A mentira contada milhares de vezes torna-se uma verdade agradável e aceitável.
O relativismo pode ser a resposta mais cômoda para se explicar tudo, por que tudo têm 50% de chance de acontecer e de não acontecer. Mas em última análise, qualquer coisa pode ser considerada boa e ruim ao mesmo tempo. A dualidade cristã cultural entra em cheque quando colocamos, não a natureza em sí do objeto focado em discussão, mas qual a natureza que lhe é atribuída em determinada situação. Assim, como no relativismo, o bem e o mal podem ser simplesmente categóricos convenientes ou não.
Isso pode se expandir para qualquer discussão analisada, salvo as ciências exatas que interdepêndem ciclicamente de seus postulados - ainda que uma ciência exata torna-se especulativa ao cair no campo estatístico: um objetivo exato e específico demais que torna-se , irônicamente apenas uma estimativa aproximada e não exatamente comprovada.
Assim pode-se analizar tudo ou , por limitação criativa, quase tudo, incluindo a faculdade.
O meio acadêmico é, e não é , o preparatório e modelador das capacidades profissionais. Pode-se traçar um caminho e se permitir ser modelado pelos professores da instituição; pode simplesmente se deixar ser ou não ser operado por ideais próprios ou objetivos; é , e não é a soma de decisões tomadas por alguém .E ele é, e não é, um lugar bom para se estar. Em um único dia, como em todas as situações do dia-adia, podem-se alterar as situações na velocidade em que se alteram os humores. Pode-se deparar com conflitos morais ou preconceituosos sobre a instituição , seus funcionários ou seus freqüêntadores na visão paradigmática esteriótipada ou justificadamente convencional. Nada mais humanamente aceitável.
Colocando-se em terceira pessoa em diversas situações, quebramos ou mutamos o senso comum para uma nova área de experiência. Essa experiência, por ser aplicavel em esferas universais pode ser atribuida ao conceito de faculdade. Exatamente o mesmo evento da experiência que te fez andar, falar, comer, reagir á estímulos, sentir dor, acumular memória e conhecimento, reconhecer ou não objetos, projetar ética e moral, escolher e ter vontade, te colocou nesse exato momento que o levará á experimentar momentos futuros e desconhecidos, marcantes ou banais. É experimentando a dualidade dos conceitos de todos os momentos que reconhecemos o que é marcante e o que é banal, ou atribuímos esses conceitos á situação ou natureza específica de cada coisa. É assim que reconhecemos que a faculdade é, e não é, um marco nas nossas vidas assim como respirar é, e não é um importante marco de cada segundo do contidiano consciente, por que que "ser" ou "não ser" existe apenas como signos de linguagem humana na nossa realidade e são verdadeiros apenas se os atribuirmos valor suficiente. |
|
|
| (no subject) |
[Mar. 3rd, 2007|01:45 am] |
| [ | mood |
| | drunk | ] |
as operárias são livres............até o zangão voa..........apenas a rainha é escrava... |
|
|
| realmente fascinante a capacidade de criação ás 4 da madrugada.. |
[Feb. 24th, 2007|03:54 am] |
| [ | mood |
| | awake | ] | "que o quê bruno!! não pire!!! agentes secretos?? pára de viajar cara!! na verdade eles são entidades-psico-extra-intro-diafragmáticas com poderes psicotécnico-etmológico-socio-econômico-extra-conjectu-culturais, da ordem das donias-canibais-albinas-gigantes-com-patas-de-siri-e-listras-de-dálmata-com-gênio-megalomaníaco-comedoras -de-amendoim-torrado-da-tazmânia , também conhecidas como "camarões campestres".
Diz a lenda, que quando os dinossauros despertaram seu incrível intelécto e passaram á produzir suco de laranja e paçocas em larga-escala, despertando um potencial destrutivo, foram exterminados por essas pré-divindades, que residem nas mais afastadas ocas do sul do sirilanca, e substituídos por seres menos avançados,portadores de um grande potencial de senso de humor ( apesar da grande baixo-estima) , um polegar opositor e muito tempo livre : os "urgsblufffsbladrunga!!!¹²³" ( auto intitulados "homo-sapiens"). Toda vez que os seres vivos, não vivos e os possivelmente-bem-mortos , chegam perto do "GRANDE-CONHECIMENTO-DA-MAIS-PURA-VERDADE( ADE,Ade,ade...)", esses avatares da destruição eterna, são obrigados á dançar hula-hula por eras finitas até que toda a matéria volte á um estado primitivo de condensação, o que leva á origem de tudo e tal...
Agora que vocês sabem de toda a verdade podem pular pela janela, jogar bets com seus amigos ou ficar olhando para aquele ponto ------> ."
se não acredita, clique aqui: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=15426247&tid=2517379578176290227&na=3&nst=11&nid=15426247-2517379578176290227-2517397329255021027 |
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|
| hehe |
[Feb. 14th, 2007|10:16 pm] |
| [ | mood |
| | bored | ] |
|
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|
| (no subject) |
[Jan. 7th, 2007|12:41 am] |
| [ | mood |
| | pissed off | ] | Não sei se é por falta de escrever ou por falta de falar a verdade para alguém - o que se torna irônico nesse meio - mas esse live journal me fez muita falta nesse ano. Eu sei que nem me lembrei da existencia dele nas piores horas do ano, mas quem quer ler reclamações de uma pessoa que provavelmente já morreu?? Falo da morte como a transição de momentos: precisa-se morrer como lagarta para se tornar borboleta...ou mariposa.
A questão é a credibilidade e respeito. Sinto falta disso á muito tempo..
A credibilidade leva ao respeito, talvez o respeito leve ao medo. Se não pensarmos nisso pararemos apenas no respeito. Qual é a credibilidade da borboleta então? Ela é bonita, ela voa suavemente e nos faz lembrar daquelas primaveras perfeitas das nossas infâncias. Mas a borboleta anda na merda... Sim, na merda! Por mais bonita que seja , é inegável pensar que ela se submete á situações degradantes, mas não temos nojo de sua imagem. Já a mariposa.. Essa nos lembra de sujeira..Por que elas não têm cores..
Essa é a diferença das duas: suas imagens. A mariposa é cinza. Parece que ao nos aproximarmos dela, se torna mais suja e asquerosa por que ela é medíocre. Ela chora para não ser morta como uma formiga ou barata, se debate como louca por sua vida dentro das nossas mãos...embaixo dos nossos chinelos. A borboleta , encanta.... Ela é suave, dança no ar como uma folha, voa, plana e voa mais. Descansa no ar, para depois tentar voar novamente. É como o fogo: olhar para uma borboleta hipnotiza como assistir uma vela em um dia de chuva forte. É a condensação das cores como sorvete espirrado no asfalto. Mas a borboleta anda na merda... E o fogo não tem sombra...
Muita coisa têm me deixado puto ultimamente. É engraçado se ver como mariposa por umas pessoas e borboleta com outras. O engraçado é perceber que só se é borboleta por 15 minutos, mas o que marca é a imagem como mariposa.
Mas as duas andam na merda.... |
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